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Rousseau (1712-1778) foi um dos principais pensadores Iluministas e um precursor do Romantismo. Formou os motivos para a Revolução Francesa (1789) e engendrou os princípios para o pós-revolução - a parte mais crítica de um estado de transformação pois, ao se indignar, se organizar e tomar postura de guerra; após derrubada a ordem vigente é preciso, nesse caos, um convênio novo para o estabelecimento da ordem e da paz. Contudo, mesmo com princípios bem descritos ainda sim o processo é bem difícil.
Essa transformação foi extremamente especial para a humanidade (não só os franceses); sai da era moderna (1453-1789) para a era contemporânea. Para ilustrar essa mudança, a era moderna é aquela do absolutismo, dos reis totalitários, das sobrecargas de impostos (talha, corveia, banalidades) sobre o estamento principal da sociedade da época, o terceiro Estado. Esses não são escravos mas são trabalhadores compulsórios; distinguindo que o rei ou a autoridade não tem direito de vida ou morte sobre o serve, entretanto tem todas as outras, como a imposição da participação em guerra e o trabalho em obras públicas e do rei (o primeiro Estado).
O reconhecimento do tamanho e pujança que era o oprimido terceiro Estado vem logo na reunião dos Estados Gerais, em 5 de maio de 1789; a Revolução é datada de 9 de julho (com início da Assembleia Nacional Constituinte); então foi preciso menos de 2 meses para se mudar mais de 300 anos de cultura fortemente enraizada.
Toda essa descrição foi para analisarmos a importância do filósofo em questão: definiu as bases para uma nova sociedade (entre outros como Hobbes, Locke e Montesquieu). Transformou o homem cru, ou o homem num estado natural, em um homem civil.
[++++]
[MOTE] Agora do homem civil para o homem espiritual, repleto de reflexões e responsabilidade extraterrestre.
_____________________________
Referências:
UMA LEITURA DE JEAN-JACQUES ROUSSEAU: CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES SOBRE EMILIO OU DA EDUCAÇÃO: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/revis/revis12/art5_12.htm
Rousseau (1712-1778) foi um dos principais pensadores Iluministas e um precursor do Romantismo. Formou os motivos para a Revolução Francesa (1789) e engendrou os princípios para o pós-revolução - a parte mais crítica de um estado de transformação pois, ao se indignar, se organizar e tomar postura de guerra; após derrubada a ordem vigente é preciso, nesse caos, um convênio novo para o estabelecimento da ordem e da paz. Contudo, mesmo com princípios bem descritos ainda sim o processo é bem difícil.
Essa transformação foi extremamente especial para a humanidade (não só os franceses); sai da era moderna (1453-1789) para a era contemporânea. Para ilustrar essa mudança, a era moderna é aquela do absolutismo, dos reis totalitários, das sobrecargas de impostos (talha, corveia, banalidades) sobre o estamento principal da sociedade da época, o terceiro Estado. Esses não são escravos mas são trabalhadores compulsórios; distinguindo que o rei ou a autoridade não tem direito de vida ou morte sobre o serve, entretanto tem todas as outras, como a imposição da participação em guerra e o trabalho em obras públicas e do rei (o primeiro Estado).
O reconhecimento do tamanho e pujança que era o oprimido terceiro Estado vem logo na reunião dos Estados Gerais, em 5 de maio de 1789; a Revolução é datada de 9 de julho (com início da Assembleia Nacional Constituinte); então foi preciso menos de 2 meses para se mudar mais de 300 anos de cultura fortemente enraizada.
Toda essa descrição foi para analisarmos a importância do filósofo em questão: definiu as bases para uma nova sociedade (entre outros como Hobbes, Locke e Montesquieu). Transformou o homem cru, ou o homem num estado natural, em um homem civil.
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[MOTE] Agora do homem civil para o homem espiritual, repleto de reflexões e responsabilidade extraterrestre.
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Referências:
UMA LEITURA DE JEAN-JACQUES ROUSSEAU: CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES SOBRE EMILIO OU DA EDUCAÇÃO: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/revis/revis12/art5_12.htm
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